Explore a natureza próxima

Levar a criança para passear ao ar livre é essencial. Arrisco-me a dizer que é obrigatório. E bom seria se fosse todo dia.

⚠Claro no contexto de hoje vários cuidados precisam ser mantidos, como não esquecer a máscara e manter a distância mínima de 2 metros das outras pessoas.

Tendo isso em mente, é possível fazer um passeio em uma pracinha arborizada, em um parque ou uma simples volta no quarteirão de casa ou no jardim da vizinha.

📣A natureza contém em si uma imensidade de estímulos sensoriais que despertam a curiosidade e criam possibilidades inigualáveis de desenvolvimento. Esses passeios são momentos únicos de vivência da curiosidade e do espírito investigativo, tão natural nas crianças.

🥰E posso te dar duas dicas preciosas?!

1ª Deixe o relógio e o celular em casa, saia para passear e entre no tempo da criança. Ou seja, se dê tempo para se maravilhar com a natureza. Deixe a criança parar onde quiser e por quanto tempo precisar. Lembre-se: ela está tra-ba-lhan-do! Está investigando, conhecendo, construindo conceitos. Precisa de tranquilidade e aceitação.

2ª Participe! Se maravilhe junto. Responda às questões que forem levantadas de maneira mais correta que for capaz. Não simplifique termos. Explique com naturalidade como o mundo que a rodeia funciona.

5 dicas para uma hora do banho + divertida

A hora do banho pode ser um momento difícil da rotina. É sempre a mesma história: nós chamamos para o banho, mas as crianças querem continuar a brincadeira.

Eu por aqui sempre usei a estratégia de “se eu eu não posso com eles, junto me a eles”. Nesse caso, para acabar com o drama da hora do banho eu usava a própria brincadeira a meu favor.

Arrasta para o lado para descobrir algumas das minhas estratégias brinkantes para tornar a hora do banho irresistível!

Aaaah…e vale lembrar! A previsibilidade gerada por uma rotina estruturada diminui muito as birras e os choros. Então tenha um horário estabelecido para o banho e durante o banho permita que a criança desenvolva a sua independência. Vá aos poucos ensinando como ela deve se lavar e “nunca ajude uma criança em algo que ela acredita que pode fazer sozinha.” (Maria Montessori)

Me conta aqui se você também tem estratégias para tornar a hora do banho mais divertida e com menos drama?

– telas, + natureza

Como será que estamos influenciando a relação das nossas crianças com a natureza? As crianças nascem com uma tendência natural de afinidade e afeição pela natureza, mas, à medida que crescem e passam a maior parte das suas vidas entre paredes e imersas na “cultura da limpeza”, a afeição natural é aos poucos substituída pela indiferença transmitida culturalmente.

Só o contato direto da criança com os elementos naturais irão fortalecer a sua ligação profunda com a natureza.

A criança precisa encantar-se com a beleza do dia, observar as nuvens dançando no céu, brincar na chuva, subir em árvores, comer fruta tirada do pé, ouvir os passarinhos cantando, seguir trilhas de formigas, descobrir um mundo de bichinhos debaixo das pedras, apertar os olhos por causa da luz do sol, espremer o cabelo molhado da chuva.

Vamos permitir que elas sintam a água, pisem no barro, rolem na grama, corram ao vento, cheirem as flores, ouçam o estalar das folhas secas sob os pés.
Precisamos desemparedar as crianças e incentivar o brincar livre ao ar livre.

Brincar ao ar livre é prescrição para a saúde e para a felicidade da criança.​ Brincar na natureza e com seus elementos conecta a criança consigo mesma e com o mundo ao seu redor.

Bora lá fora? Quero ver a meninada toda colocando a cara no sol e explorando a natureza!

Mas não se esqueçam dos cuidados necessários nessa pandemia, viu? Fiquem seguros! Se cuidem! 💛

5 curiosidades sobre o inverno

Já tá preparada para a chegada o inverno?

Vivenciar as mudanças de estações é muito importante para a infância! Isso traz magia, permite a experiência e a participação do processo de vida, do ciclo anual, gera memórias afetivas, direciona o olhar para o natural e essencial.

Vamos dar as boas-vindas ao inverno? Por aqui eu vivencio essa época com uma tradição da escola waldorf – a festa das lanternas!

No dia 21 de junho, nós confeccionamos uma lanterna, fantoches de sombra, fazemos o teatro da menina da lanterna, cantamos as músicas do conto da menina, acendemos uma fogueira, assamos salsicha e marshmallow – 🙈🙈🙈 aceito dicas mais saudáveis! – e observamos o céu!

Se você também quer receber o inverno de uma maneira muito especial, visita o nosso instabook @ameninadalanterna e depois corre para imprimir o livro, o teatro de sombras e a lanterna com design exclusivo que carrega vela de verdade sem queimar!

Disciplina positiva: corrija com carinho

Quando as crianças desobedecem ou fazem pirraça, é normal nos sentirmos frustradas e ficarmos nervosas.

Muitas vezes acabamos deixando que essa chateação interfira na nossa forma de corrigir.

Precisamos nos comprometer em falar ou agir somente depois de nos acalmarmos.

Assim conseguiremos ter uma comunicação afetiva, efetiva e educadora.

Um bom brinquedo…

Um bom brinquedo permite que a criança crie a própria brincadeira, se expresse, dê asas a imaginação.

Um pedaço de pano vira uma capa, uma cabana, uma caverna, um manto real. Um graveto vira uma espada, uma varinha de condão. Uma caixa de papelão um avião, uma caixa registradora, um carro, um foguete.

As crianças tem mais liberdade criativa pelo simples fato de sua noção de autopreservação ainda estar em desenvolvimento, e portanto, não tem medo de dar vida às suas ideias como os adultos. Desenvolver a criatividade é algo natural na infância, e deve ser incentivado sempre.

Você sabe como surgiu a Festa Junina?

Eu sei que você adora as festas juninas, mas será que você sabe a origem da Festa Junina?
Eu não sabia, por exemplo, que foram os portugueses que trouxeram essa tradição para o Brasil.
E você? Já conhecia a origem da festa junina?

Você pratica a parentalidade incoerente?

Incoerente, eu?! Jamais! Em tempo algum!

Será mesmo?

Arraste para o lado e encontre a incoerência que vive em você!

Depois volta aqui pra gente conversar!

Então? Encontrou?

Algumas vezes ela está escondidinha! Precisamos estar atentos e sermos corajosos para encontrá-la. E mais corajosos ainda para mudar a forma de agir. É desafiador, mas é urgente!

Se queremos que os nossos filhos sejam adultos confiantes, independentes, determinados, precisamos romper com a incoerência e parar de educá-los exigindo obediência cega e passividade.

Como proteger nossos filhos de abuso com uma atitude simples?

Desrespeitar não é normal. Desrespeito não é educativo.

Se queremos que os nossos filhos sejam respeitados, precisamos em primeiro lugar ensiná-los que são merecedores de respeito.

Eu sei que quando falo isso você logo pensa em não gritar, bater e punir.

Se você já faz isso, já está trilhando um caminho respeitoso. Respeitando inclusive a nossa legislação.

Mas aqui falo de algo mais. Do desrespeito rotineiro às crianças, normatizado pela sociedade.

Falo do obrigar a comer tudo. Falo sobre o forçar a permanecer agasalhado. Falo de obrigar a dar beijo, abraço em visitas e parentes. Falo sobre normatizar para a criança o cafuné na cabeça feito por um estranho no supermercado. Falo sobre usar o medo como ferramenta educativa. Falo sobre ridicularizar os medos infantis. Falo de não acolher o erro da criança. Falo de não estar atento aos limites da criança e forçá-la a ultrapassá-los.

Esse post é um convite para que sejamos tão respeitosos com os nossos filhos quanto desejamos que todos sejam conosco.

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